Douglas Elias

31/07/2008

Trilha Sonora de Filme Pornô

Arquivado em: Humor — admin @ 10:28

Trilha Sonora de Filme Pornô

Paparazi

Arquivado em: Humor — admin @ 10:22

Paparazis

Encoxando a Pia

Arquivado em: Humor — admin @ 10:20

Encoxando a Pia

São a Cara dos Pais

Arquivado em: Humor — admin @ 10:17

São a Cara dos Pais

Salão Mágico

Arquivado em: Humor — admin @ 10:15

Salão Mágico

Chupando uma balinha!

Arquivado em: Humor — admin @ 10:11


Nome do quadro?

Da série: Desocupados S/A

Arquivado em: Humor — admin @ 10:03

Veja, esses pobres cãezinhos como sofrem nas mãos das “madames” desocupadas.
srsrsrsrsr…..

30/07/2008

Em busca do prazer Dia Mundial do Orgasmo: qual será o caminho certo para chegar lá?

Arquivado em: Humor — admin @ 22:35

Dia 31 de julho é o Dia Mundial do Orgasmo - não que todo dia não deva ser - mas a data foi criada justamente para que a chama da discussão envolvendo libido e disfunções sexuais não se apague. Afinal, sexo com prazer significa qualidade de vida - até a Organização Mundial de Saúde reconhece.

No fim dos anos 1990, as redes de sex shops na Inglaterra decidiram criar o Dia Mundial do Orgasmo. Pesquisas informais, feitas pelas lojas, revelaram que 80% das inglesas não atingiam o clímax em suas relações. Problema de um país frio? Nem é. As brasileiras, sinônimo de sensualidade e mesmo erotismo em todo planeta, não são muito mais satisfeitas sexualmente assim: 50% têm problemas de libido, falta de orgasmo ou dor durante a penetração.

 

“Gosto de ficar por cima, porque tenho total domínio do encaixe, intensidade e ritmo dos movimentos”

Bom, mas já que o assunto da semana é ele, o orgasmo, fomos conversar com mulheres bem-aventuradas na cama, e que conseguem chegar lá. No entanto, colhendo material para esta reportagem, descobrimos que, dentre as felizardas, a maioria atinge o orgasmo por estímulos diretos no clitóris, seja na masturbação ou no sexo oral. Somente uma pequena parcela consegue ir à lua através da penetração. Concentramos então a nossa matéria tentando desvendar esse segredo: como atingir o orgasmo vaginal?

Onde tudo começa…

Em primeiro lugar, ainda que o objetivo seja o clímax, há de se dar devida atenção a outras partes do corpo, que muitas vezes ficam carentes de um agrado. É bom que a mulher saiba - e seu parceiro também - que o orgasmo pode vir mais fácil e mais rápido quando começa em outras áreas da anatomia feminina, como seios, bumbum, e também orelhas e nuca, como lembra a estudante Viviane R., 22 anos. “Além da masturbação, é muito bom mão no peito e beijo na boca. Tenho amigas que curtem algo mais violento, como tapas. Acho que isso depende de cada um e da intimidade com o parceiro”, diz ela, que namora há dois anos e com este namorado teve um orgasmo vaginal pela primeira vez. “É indispensável que o cara esteja bastante excitado, claro. Depois que achou o lugar certo lá dentro, é só caprichar na intensidade e aumentar o ritmo aos poucos até o orgasmo”, ensina.

Quando a mulher tem um orgasmo durante o sexo oral, seu prazer depende da habilidade do parceiro - o que, convenhamos, pode ser arriscado. Já quando a mulher chega lá na penetração, ela assume as rédeas da situação. A advogada Ana Cristina L., 35 anos, diz ter mais facilidade durante a penetração do que no sexo oral. “Gosto de ficar por cima, porque tenho total domínio do encaixe, intensidade e ritmo dos movimentos. Nessa posição, posso esfregar o clitóris no corpo dele, o que ajuda muito”, dá a dica.

Muitas acreditam que o segredo para chegar ao orgasmo vaginal ou clitoridiano, em qualquer posição, é não pensar em nada. A célebre expressão “relaxar e gozar” quer dizer isso mesmo: esquecer os problemas do trabalho, do filho, da amiga, da empregada, do condomínio e até os eventuais probleminhas com o parceiro. Funciona com a professora Letícia M., 28 anos. “O meu primeiro orgasmo vaginal foi com um carinha que tinha acabado de conhecer. Era a primeira vez que me via transando sem pensar em nada , na verdade, só pensava em cada vez ter mais prazer, e não estava nem aí se o cara tava gostando ou se tava reparando nas minhas celulites”, conta ela, que se sentiu excitada por se perceber dona de seus desejos.

 

“Sei exatamente o lugar que tem que ser estimulado pra eu atingir o orgasmo. A regra é rolar em todas as transas. Tem que ser forte e no mesmo ritmo”

“No meio daquela loucura , quando eu menos esperava, meu corpo começou a tremer, e tremia e parava, e faltava ar, e tremia mais, e parava…”, lembra ela, sobre o primeirão. “Depois desse dia, entendi que sexo não era só com amor e que ir pra cama no primeiro encontro não é coisa de vadia. Simplesmente é coisa de mulher, mulher com tesão e com vontade própria”, diz ela, para quem o orgasmo vaginal acontece quando só há um pensamento em sua mente: ter prazer.

Trair, coçar e gozar é só começar. É que, depois que a gente aprender como fazer, basta colocar em prática - depois de descobrir o caminho das pedras, guarde o mapa e repita instintiva e gloriosamente. Foi assim com a produtora Flaíse, 31, que garante que depois que acontece uma vez, o gozo vai acontecer sempre. “Sei exatamente o lugar que tem que ser estimulado pra eu atingir o orgasmo. A regra é rolar em todas as transas. Tem que ser forte e no mesmo ritmo” , revela, afirmando que não vê diferença entre orgasmos clitoridiano e vaginal. “Pra mim, é tudo a mesma coisa e vem de um lugar só: da cabeça”, diz Flaíse.

O Dr. Décio Alves, ginecologista do Hospital da UFRJ, afirma que o orgasmo clitoridiano é sentido de forma mais localizada e aguda a partir da estimulação do clitóris, enquanto o vaginal é apreciado de forma mais dispersa com o prazer se espalhando de forma mais ampla. “A freqüência de um ou outro depende muito do desejo, da forma como ele se manifesta e, é claro, do parceiro sexual. Ambos podem ser muito intensos, dependendo da técnica e do envolvimento da mulher na relação. De forma geral, o orgasmo clitoridiano é referido como mais forte, porém, não necessariamente mais satisfatório”, explica ele, acrescentando que a penetração mais profunda pode ajudar a mulher a atingir o orgasmo vaginal. “As posições que facilitem a estimulação clitoriana concomitante também auxiliam o orgasmo vaginal”, afirma, salientando que estímulos clitorianos e anais, manuais ou com vibradores, podem facilitar o orgasmo vaginal.

 

“Cerca de 20% das mulheres têm orgasmo através do coito - o que não quer dizer que seja um orgasmo vaginal”

O médico enfatiza que a capacidade de sentir prazer está ligada às crenças e condicionamentos de cada um. “E também à participação do homem. Uma mulher pode ter orgasmos clitoridianos prazerosos com um parceiro e ficar sem resposta sexual com outro com o qual não existe envolvimento. Cada caso de hipo ou anorgasmia deve ser analisado individualmente antes de um diagnóstico preciso para indicar a melhor conduta”, explica, lembrando que problemas emocionais, como depressão e estresse, podem impedir o orgasmo em ambas as formas.

Lenda?

Já segundo Gerson Lopes, sexólogo e coordenador do Projeto Sexualidade com Qualidade da Associação Saber, o orgasmo vaginal não existe. “Cerca de 20% das mulheres têm orgasmo através do coito - o que não quer dizer que seja um orgasmo vaginal”, afirma o sexólogo, para quem o orgasmo é um só. “O orgasmo é um reflexo, como um espirro. O que acontece é que o estímulo precisa atingir um limiar para que a mulher atinja o orgasmo. O gatilho mais importante é o clitóris, que precisa de estímulo direto”, encerra a questão.

Hoje é o Dia do Orgasmo

Arquivado em: Humor — admin @ 22:18

Dia 31 de julho é o dia mundial do orgasmo. Aproveite para conferir esta matéria especial feita pela revista ELEELA que fala sobre a tecnologia do orgasmo. Acompanhe:

UMA REPORTAGEM EXCLUSIVA SOBRE AS PESQUISAS REVOLUCIONÁRIAS DA DRA. RACHEL MAINES, QUE RASTREOU A ANCESTRAL HISTÓRIA DOS VIBRADORES E OUTROS APARELHOS QUE, “DE REMÉDIOS PARA ALÍVIO DO FUROR UTERINO” PASSARAM A SER INSTRUMENTOS DO PRAZER

POR OSMAR FREITAS JR., EM ITHACA, ESTADO DE NOVA YORK




Até 20 anos atrás, a Dra. Rachel P. Maines, 58, nunca tivera maiores intimidades com um vibrador. À época, ela pesquisava técnicas muito inocentes: como professora do Departamento de Ciência e Tecnologia de uma das mais renomadas instituições de ensino dos Estados Unidos, a Cornell University, em Ithaca, Estado de Nova York, a Dra. Maines detinha-se então num trabalho acadêmico sobre o tricô e o crochê como um dos processos de desenvolvimento tecnológico da humanidade. Ao penetrar e aprofundar-se em suas pesquisas, porém, algo chamou-lhe a atenção nos livros e nas revistas que lhe serviam de fontes históricas: o grande número de títulos e anúncios de vibradores e outros aparelhos destinados a promover o orgasmo feminino.

Deu-se então uma revolução em sua carreira: a Dra. Maines passou a estudar o que chamou de tecnologia do orgasmo. A princípio, suas teses mereceriam apenas o repúdio de seus colegas. Exatos 12 anos depois, seriam reunidas em um livro que conquistou o prêmio da Associação Histórica Americana, em 2000, e o prestigiado troféu de melhor livro científico de 2001 dado pela Fundação americana de Medicina Genital e de Gêneros: A Tecnologia do Orgasmo: Histeria, o Vibrador e a Satisfação Sexual das Mulheres. Até o cinema foi bater-lhe à porta para produzir um belo documentário (tema de reportagem de ELEELA nº 436), também premiado.

ELEELA falou com a Dra. Maines em seu escritório na Universidade de Cornell, e ela esclareceu que as agulhas de tricô de sua pesquisa anterior formaram um elo que resultou em seu livro famoso. “Uma quantidade enorme de anúncios de vibradores já apareciam nas páginas das revistas femininas e em catálogos desde 1899, especialmente em Modern Priscilla e Home Needlework Magazine. Guardei aquelas informações e fui colecionando mais. No fim de minha tese sobre o tricô, voltei meus estudos para os vibradores”, ela diz.

Foram 12 anos de pesquisas para transformar um artigo acadêmico, mal recebido no meio e altamente especulativo, em livro. Ela descreve aí vibradores ancestrais, quase mitológicos. Um exemplo? O vibrador a vapor! “Em 1869, um certo George Taylor registrou a patente do vibrador a vapor nos Estados Unidos. Chamava-se, apropriadamente, manipulador. Imagine uma máquina a vapor, de dimensões substanciais, que ficasse em uma sala à parte do consultório médico. A energia criada ali era transferida para um aparelho bem menor, que era empalmado pelo médico e aplicado à vulva da paciente. Era uma resposta aos clamores de médicos para mecanizar o tratamento do que se chamava de ‘histeria’, que era feito de modo manual”.

Ou seja, era pau na fornalha, no sentido figurado e ao pé da letra. Alguém ficava encarregado de jogar lenha no forno na outra sala enquanto o doutor suava em seu ofício – e tudo por causa do conceito de histeria. Segundo a doutora, até pouco mais de uma centena de anos atrás acreditava-se que histeria fosse uma doença crônica, que poderia ser aliviada por meio de manipulação vaginal.

Mas estaria ela sugerindo que histeria não existe?

“Não”, ela diz, contundente. “Estou afirmando. Desde Hipócrates, o pai da medicina e quem primeiro aplicou o termo mais de 2 milênios atrás, acreditava-se que histeria fossem os queixumes do útero negligenciado. Lembre-se que, para os antigos, não havia a diferenciação entre vulva e útero: era tudo a mesma coisa. Platão dizia que o útero era um animal dentro de outro animal – no caso, a mulher. O animalzinho interior saía fora de controle e tinha de ser apaziguado, do contrário, a mulher enlouqueceria com as birras do útero”.

O modo de acalmar esse bicho temperamental era a massagem na vulva, entendida como a boca do útero. Essa prática, ainda segundo os antigos, produziria uma crise da doença, ou seja: o paroxismo histérico, quando ocorreriam lubrificação e contrações na região estimulada. O resultado seria que, depois disso, as mulheres se sentiriam mais calmas e voltariam à paz mental. Até o próximo ataque. Por ser descrita como uma doença crônica, as recaídas ocorreriam múltiplas vezes.

Era um ótimo negócio para aqueles que ganhavam a vida manipulando vaginas – e freguesia garantida por muito tempo. “Não nos esqueçamos que era também trabalho árduo, cansativo. Um médico no século 19 disse que demorava uma hora manipulando cada paciente, o que dava uma freguesia diária de apenas oito mulheres numa jornada de trabalho. Ainda não se tinha noção da síndrome do movimento repetitivo, mas dá para fazer uma idéia do que o esforço do profissional causava às mãos, principalmente aos dedos. E na clientela havia de tudo, desde moças bonitas até senhoras muito idosas e ainda necessitadas de apaziguamento. Não havia como escolher o trabalho seguinte.”

Ou seja, o médico era mão para toda obra. E a categoria acabou por demandar modernização, o que estimulou a intervenção da tecnologia. Avanços efetivos nesse campo só viriam ser obtidos muito tempo depois. Em meados dos anos 1700, um relojoeiro suíço construiu um vibrador mecanizado – algo como um relógio, ou brinquedo a corda, com movimentos – a pedido de aristocratas franceses. Eram feitos sob encomenda, demorava-se muito para atender cada pedido, e as peças eram personalizadas, às vezes com pequenas pedras preciosas encrustradas. Era uma arte, guardada a sete chaves, e não foi massificada. Perdeu-se na história.

Os primeiros vibradores, portanto, eram jóias para porta-jóias exigentes. O salto do Iluminismo à Revolução Industrial no campo dos consolos se deu ainda pela demanda cada vez maior dos médicos, e houve uma corrida entre inventores para criar um produto ideal, menor, mais eficiente, mais barato etc. Foi só lá pelo fim do século 19 que as opções começaram a pipocar. “O vibrador tem a distinção de ter sido um dos primeiros aparelhos eletrodomésticos”, diz a Dra. Maines. “Um utilitário doméstico elétrico a surgir antes do aspirador, da cafeteira, do liquidificador e do ferro de passar”.

Até que chegasse a algum aperfeiçoamento utilizaram-se instrumentos rústicos, impraticáveis e até, francamente, perigosos. Um certo vibrador lançado no começo do século 20, por exemplo, prometia em seus anúncios prover até 30 mil vibrações por minuto. Teve grande aceitação, e um concorrente achou que o caminho para o sucesso era aumentar a velocidade para 50 mil vibrações, resultando em rompimento de tecidos da área e em pelo menos um caso de queimadura.

Os bons produtos acabaram por superar os defeituosos e sua popularidade se escancarou à medida que se adentrava o século 20. Os médicos passaram a atender muitos pacientes a mais. “Em alguns consultórios renomados”, diz a Dra. Maines, “havia verdadeiras linhas de montagem: várias camas com pacientes sendo manipuladas ao mesmo tempo num mesmo local. O ‘tratamento’, que durava uma hora na base manual, agora levava no máximo 10 minutos. Isso multiplicava por seis o número de pacientes atendidas”.

É interessante notar que as mulheres americanas, tão práticas e adeptas do faça-você-mesma, não arregaçaram as mangas para fazer justiça com as próprias mãos. “Lembre- se de que este sempre foi um país religioso”, diz a Dra. Maines, “e que masturbação é ainda hoje considerada um pecado. Já o ato de ir ao médico e receber um ‘tratamento’ para uma doença crônica era outra coisa. Em todo caso, a popularização dos vibradores foi irresistível: eles começaram a ser vendidos em catálogos da Sears, anunciados em revistas femininas inocentes, e a tendência acabou sendo a
de partir para soluções caseiras”.

Claro, os médicos, sempre ciosos de suas práticas, não recomendavam a auto-medicação. Perderiam a freguesia. Demorou um pouco para a explosão do faça-você-mesma. É possível que as mulheres que procuravam os médicos, e os próprios profissionais, não soubessem – ou não admitissem – que toda aquela história era um ato sexual? “A questão é que a maioria das mulheres realmente acreditava na história de histeria e achava que estava doente”, diz a Dra. Maines. “Outras – uma minoria – sabiam que a coisa era sexual e usavam o tratamento como forma de saciar suas necessidades, já que os maridos não cumpriam suas funções, ou elas não tinham maridos”.

Muitos médicos também sabiam perfeitamente o que estavam fazendo. Já num texto do século 18, um médico inglês de nome Nathaniel Hymore diz, basicamente: “chamem de paroxismo histérico, do que for, mas na verdade essa história é mesmo um orgasmo. E nossa missão é prover esse trabalho paras as mulheres. Do contrário, elas vão ficar doentes e se sentir muito mal”. Um outro médico, francês, dizia no século 19 que era importante fornecer esse tratamento, ainda que ele fosse sexual.

A maioria deles apelava para o diagnóstico de histeria, como havia sido desde a Idade Média. A onda só começou a se reverter depois de 1920, quando os vibradores começaram a aparecer nos primeiros filmes pornôs que o pós-guerra propiciou. Foi-se verificando que o negócio era mesmo puramente sexual. Com a melhor compreensão do corpo feminino e do orgasmo, muitos médicos foram discretamente aposentando suas práticas nessa área.

O livro da Dra. Maines foi transformado em filme e muito bem recebido pela crítica desde sua estréia, em abril de 2007, num festival de cinema nova-iorquino. A autora diz que nunca imaginou que isso pudesse acontecer. “Quando Wendy Slick e Emiko Omori, cineastas e professoras na Universidade de San Francisco, decidiram comprar os direitos, eu fiquei muito surpresa. E mais ainda quando me pagaram US$ 30 mil por direitos de adaptação. Era o triplo do que eu ganhara em direitos autorais com as vendas do livro em um ano”.

E, antes disso, a obra já servira como defesa de uma mulher acusada de imoralidade por vender vibradores no Estado do Arkansas. A Dra. Maines foi testemunha da defesa, mas, no final, o estado reiterou a sentença e proibiu a venda de vibradores. Uma das justificativas dadas para a proibição: se as mulheres fizerem sexo sozinhas, tornariam o homem inútil. “Um absurdo!”, diz a Dra. Maines. “Os vibradores não falam, não te abraçam, não têm alma. Os homens jamais ficarão obsoletos. O que se pune, na verdade, é a masturbação feminina. É pura ignorância, pois também não é necessário um vibrador para uma boa masturbação. Em 1975, o Estado do Alabama criminalizou as vendas de vibradores. Em 1998, jogaram uma vendedora ambulante na cadeia. Atualmente existem seis estados americanos que proíbem as vendas de aparelhos para estimulação sexual. Esses mesmos Estados são campeões de vendas de armas de fogo. Ou seja: nos Estados Unidos, é mais fácil comprar um rifle de assalto, um revólver calibre grosso, do que um vibrador de qualquer calibre”.

Os 7 desejos do blogueiro desconhecido

Arquivado em: Humor — admin @ 14:01

Post Copiado do Drogaria de Idéias que traz as maiores vontades dos blogueiros que ainda estão engatinhando na cadeia blogosférica (já passei e passo muito por isso!)

7 - Manter o blog com a receita do AdSense
Ter um dominio próprio e hospedagem em servidor decente são dois objetivos que todo blogueiro tem. Mas ter que tirar o dinheiro pra isso do proprio bolso é coisa que poucos são capazes (eu por exemplo) ou estão dispostos a fazer. É aí que entra o patrocínio de São Google e outros programas.
É sempre motivo de comemoração quando um blogueiro consegue ganhar suficiente com monetização pra pagar os custos do blog. Mais ainda se alem disso sobrar um trocado pra pagar um webdesigner hehe.

6 - Aumentar o Pagerank
Nos ultimos tempos, o Pagerank virou sinonimo de status, reconhecimento. O fato é que verificar o page rank e ver que subiu um pontinho, que não é pouca coisa, é gratificante pra qualquer blogueiro e o desejo de aumentar mais ainda fica cada vez maior. É meio bobo, mas tambem é uma forma de se comparar com outros blogueiros (sim eu já fiz isso). Tudo bem que depois de um tempo, o Pagerank deixa de ser referencia, mas a mania de dar uma verificada de vez em quando, só pra saber se ainda tem lá seus 2 ou 3 pontinhos permanece.

5 - Ser Kibado pelo Tabet

Todo mundo sabe que o Tio Kibe não é muito de linkar. Mesmo assim, muitos querem ter suas ideias copiadas por ele. Mas pra que? Pra poder reclamar disso oras!
Fazer papel de coitadinho que foi plagiado pelo problogger é uma boa forma de ser visto na blogosfera. É meio bem muito aproveitador, mas funciona.
Com tantos invejosos desafetos de Antonio Tabet espalhados por aí, reclamar do Kibeloco virou recurso de quem quer ser conhecido a qulaquer preço. Digo, nao que eu queira isso pra mim, mas que tem muito por aí querendo, isso tem.

4 - Aparecer num bloghit

Blogurinhas, Super Trunfo, Onibus e afins. Quem não ficou com vontade de aparecer numa listinha dessas. O duro é que pra um blogueiro desconhecido conseguir isso, só sendo amigão do autor, ou então lançando o seu próprio, como aliás muita gente fez, alguns até porcamente, só pra ser citado por cada um dos escolhidos. Ou seja, massagear o ego dos outros pode fazer bem pra voce tambem.
Infelizmente nem todos tem tempo ou ideias boas pra fazer isso, então o jeito é ficar na torcida de quem sabe, aparecer num próximo se o autor for com a sua cara.

3 - Aparecer em uma lista de links famosa
Esse depende 50% do proprio blogueiro. Aparecer em uma lista de links dos blogs consagrados tambem é uma forma de fazer o blog aparecer, mas precisa saber como enviar os links e ter um pouco de sorte pra ter o post escolhido no meio das toneladas que esses caras recebem. Ser listado no Bobalinks, Vadiagem Malemolente, Links da Semana, Mega Linka e outros é um desejo que se repete toda semana, pra quem está tentando se fazer ver na blogosfera. Alem disso é prova de que voce está fazendo algo legal, já que o autor que te listou gostou do que viu.

2 - Aparecer numa tirinha dos Irmãos Brain
O Geraldo Neto inclui de vez em quando umas participações especiais nas tirinhas e ser escolhido pra uma delas é privilégio pra poucos. Ser zuado pelo Id, ignorado pelo Ego e xingado pelo Superego é mais que um desejo. É quase um sonho. Mas vá lá, quem sabe puxando o saco dizendo que o Blog dos Irmãos Brain é o melhor e mais original blog de humor da internet brasileira, esse sonho nao vira realidade. É só uma sugestão…

1 - Frequentar a capa do Ueba
Que entrevista do Jô que nada. Não tem nada que levante mais a moral e o contador de visitas do que emplacar um link na seção principal do Ueba. Esse item é um desejo diário e constante em cada novo post que se coloca no ar. Vale a pena, afinal, o Ueba já mostrou ser o grande empurrão pra fama de vários blogueiros nos últimos anos. Mas não é fácil!! São trocentos links pra competir com o seu todo dia, e tem ainda o “Padrão Knuttz de Qualidade” que só coloca na pagina o que realmente vale ser visitado.

Próxima Página »

Gerado por WordPress